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quinta-feira, 12 de junho de 2014

Copa do Mundo, corra que ainda dá Tempo de Ganhar Dinheiro

Copa começa agora, mas não parece... Vivo em uma das sedes da Copa e nenhum corretor ou imobiliária amiga se mostrou interessada na oportunidade. Até porque, nem parece que vai ter Copa, parece que o país está de luto, por tanta corrupção e falta de respeito dos políticos, porém, vai ter copa sim! Foram vendidos três milhões de ingressos que onze milhões de pessoas tentaram comprar. Os gringos já estão desembarcando no país e vários, ainda têm uma série de dúvidas e questões quanto a hospedagem. Os hotéis estão cobrando um valor absurdo e alguns corajosos sequer arrumaram lugar para ficar, posso dizer que isso é possível, porque eu já viajei sem lugar para ficar e me resolvi no embarque. Então, vamos esquecer os problemas óbvios do Brasil e vamos ver o copo cheio da Copa do Mundo. Porque digo isso? Porque na semana passada um amigo me contou que alugou por dia a sua quitinete pelo mesmo valor que ele paga o aluguel por mês. Ou seja, ganhou no período da Copa, o que ele gasta em quase dois anos de aluguel! Olha só a oportunidade que estamos desperdiçando! Sei que cidades mais populares como o Rio de Janeiro, este clima de Copa já invadiu o cenário há muito tempo e que já tem o costume de alugar por temporada, porém, e as outras cidades sedes? E as cidades que não são tão populares com os turistas? Será que o corretor já pensou nisso? Pode até parecer fácil, mas não é, por isso vamos ao que interessa, afinal, quais são as oportunidades?

- Primeiro passo: Tire fotos dos imóveis que ainda não tem foto e veja quais estão mobiliados. E faça uma conta rápida se o valor do aluguel na temporada compensa mobiliar. Tenho alguns imóveis que não valiam a pena :/

- Segundo passo: Ofereça para os seus clientes uma renda extra, agora pegue os imóveis desocupados na sua carteira de aluguel e alugue por temporada, por dia. 

- Terceiro passo: E por último e não mais importante, o marketing! Vários sites famosos como o AirBNB (www.airbnb.com) alugam quartos residenciais, ou seja, você pode alugar quartos para os estrangeiros usando esta plataforma que já é famosa no exterior.

Um detalhe importante, o país vai parar nesta Copa, serão vários feriados e aposto que nenhum cliente está interessado em comprar um imóvel neste momento. E aí? Como fica? Você tem aproveitar a oportunidade que sobrou para gerar dinheiro neste mês! Agora vamos para os detalhes, as partes mais difíceis para alugar o imóvel! Para alugar estes imóveis em tempo recorde, você vai precisar saber os atalhos... Para os mais preparados, que já tem cadastro ativo no AirBNB, podem colocar toda carteira lá dentro, só isso será suficiente para atingir o seu público alvo, pois este é o site mais popular do mundo para aluguel por temporada, então corra! Agora, quais são as outras oportunidades para quem não tem mais tempo hábil para se cadastrar no AirBNB? Existem outros sites interessantes que você pode oferecer a sua carteira! Use os portais pagos e populares como o Viva Real, e sites gratuitos como o OLX, Bom Negócio e tantos outros, todos eles tem uma grande relevância no Google e o seu anúncio será facilmente encontrado. Faça anúncios em inglês, use o Google Tradutor para isso, que vão surgir oportunidades. Faça também placas ou flyers na porta dos estádios ou na região hoteleira, porque vários turistas podem desistir de ficar ou continuar no hotel para ter acesso a sua oportunidade! Agora corra, não perca tempo! Pare de ler este post e vá aproveitar a Copa!

Fonte: Publicidade Imobiliária




Vendendo um imóvel na planta

Você sabe vender um imóvel na planta? Muitas vezes, a imobiliária fornece para o corretor uma maquete do condomínio e de um dos imóveis à venda, isso facilita a demonstração para o cliente. Mas e se por acaso você não disponibiliza desse recurso e precisa fornecer os dados apenas com a planta em mãos? Por esse motivo, é importante que um corretor de imóveis saiba interpretar esse documento.

Afinal, mas o que é uma planta? Trata-se do desenho da construção, representado por um corte horizontal à altura média de 1,5 metros, mostrando cômodos, abertura de portas, janelas e sanitários. É um dos documentos mais importantes para quem deseja comprar um imóvel. Pela planta, é possível identificar todos os detalhes da construção, ou seja, o cliente sabe exatamente o que está comprando, além disso, com as informações presentes no documento, uma futura reforma fica facilitada.

A planta indica a metragem de cada cômodo, pode ser importante para o cliente saber o real tamanho de cada espaço. Há vários tipos de plantas, cada uma com finalidade específica, conheça as principais:

Anteprojeto: esboço inicial de uma construção.

Layout: indica como a casa ficará, interessante para o corretor mostrar ao cliente.

Projeto básico: é o primeiro documento a ser levado ao poder público para aprovação, já contém a maior parte das informações sobre o imóvel. O cliente que viu o layout ficará mais seguro com esse documento, que comprova a autorização da obra.

Projeto executivo/construtivo: super detalhado, composto por todos os documentos do projeto.

As built: “como construído”: é a finalização do projeto, além do projeto executivo, consta nesse documento todas as alterações necessárias durante a obra. Também é aconselhável, se possível mostrar ao cliente, assim ele fica informado sobre todas as mudanças e evita surpresas no futuro.

A planta é produzida por um engenheiro e/ou um arquiteto, também deve explicitar as instalações elétricas, hidráulica, aquecimento, cabeamentos de telefone, internet, TV e paisagismo. O objetivo é compatibilizar todos esses fatores para que o imóvel tenha harmonia, com o menor custo para o morador.

Fonte: Portais Imobiliários




segunda-feira, 9 de junho de 2014

Como organizar o salário trabalhando como corretor de imóveis ?

Manter as contas equilibradas é um desafio para os corretores de imóveis. A variação mensal do salário dificulta o gerenciamento das finanças para esses profissionais. Os corretores precisam de um “orçamento de caixa”, estudo que procura ilustrar situações futuras a fim de projetar o fluxo de dinheiro.

Na prática o corretor irá projetar suas despesas num período pré-determinado a fim de manter uma liquidez suficiente para pagar as contas e uma noção exata do dinheiro restante disponível para um investimento. Essa organização financeira faz com que o profissional tenha uma qualidade de vida constante.

Quando desorganizado, o corretor pode ter um padrão de vida classe alta por um determinado tempo, porém, conforme o mercado esfrie e o seu salário diminua, ele não estará preparado para manter o estilo de vida e pode acabar em condições deploráveis.

Parece uma coisa simples, mas tem uma importância significativa. No caso das empresas, segundo dados do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas – Sebrae, das 470 mil novas organizações constituídas anualmente, 49,4% fecham as portas com menos de dois anos de existência. O principal motivo para a falência é a falta de capital de giro, ocasionada por uma ausência de organização no orçamento de caixa.

Um corretor de imóveis com vendas acima da média irá fracassar se não organizar suas finanças. No entanto, um profissional mediano, mas disciplinado economicamente, tem muito menos chances de se frustrar.

No livro “Planejamento Financeiro”, a Mestra em Administração, Camila Camargo, afirma que “as dificuldades financeiras nascem da disritmia entre entradas e saídas de caixa”, ou seja, se você tem uma conta pra pagar no dia 03 e só vai receber no dia 10, você corre o risco de atrasar o pagamento por falta de dinheiro.

Contudo, se tiver o controle de suas finanças, você reservará dinheiro para pagar quando a conta vencer ou tentará mudar a data de vencimento da dívida, deixando o mais próximo possível do dia do pagamento, evitando juros e multas. Mas para que isso ocorra com exatidão é preciso colocar todos esses dados em forma de um relatório, chamado “orçamento de caixa”. Boa Sorte!

Fonte: Portais Imobiliários




quinta-feira, 29 de maio de 2014

É uma boa opção investir em imóveis ?

Crise mundial, manifestações, eventos esportivos, mudanças políticas e econômicas. De fato, muitas coisas mudaram nos últimos anos, porém, investir em imóveis continua sendo uma das melhores opções para aumentar o patrimônio. Os preços seguem estáveis, há oferta – tanto de novos, na planta e usados – e o rendimento segue acima da média na comparação com outras aplicações.

Vale lembrar que a rentabilidade de muitas aplicações, como a poupança, CDB e fundos de renda fixa, sofreram uma redução e hoje garantem, em média, um ganho de 5,4% líquidos ao ano. No mercado imobiliário, com a prática do aluguel, o investidor consegue um retorno de 10% a 15% ao ano.

Outro argumento é a valorização dos imóveis nos últimos 12 meses, de aproximadamente 10%. Em geral, quem investe nesse setor deve se preocupar em maximizar os lucros, porque comprar um imóvel dificilmente vai ser um negócio ruim. Nesse contexto deve-se levar em consideração fatores já conhecidos como: localização, tamanho, estado de conservação, entre outros.

De acordo com especialistas, investir em imóveis de até R$300 mil é uma opção ainda mais rentável. A facilidade de negociação é maior e preço raramente cai, apenas valoriza. Os subsídios do governo também facilitaram a compra de imóveis nesse padrão, trazendo um aumento na procura e uma consequente elevação nos preços.

Fonte: Portais Imobiliários




terça-feira, 13 de maio de 2014

Confira algumas dicas para a compra do 1º imóvel

SÃO PAULO - O Secovi-SP (Sindicato da Habitação de São Paulo) lançou, um manual para quem vai comprar o primeiro imóvel. A Cartilha da Compra Consciente relata conceitos básicos, como a diferença entre construtora, incorporadora e imobiliária, até assuntos mais complicados relacionados aos financiamentos, como sistema de amortização e direitos do consumidor.

O Secovi orienta que é importante ir além das pesquisas de bairro, taxas de financiamentos e do tipo do imóvel sonhado pelas pessoas.

"O comprador precisa ter conhecimento do mercado imobiliário. Adquirir um imóvel, seja na planta, pronto ou usado, requer do interessado bom senso, pesquisa e muito diálogo", fala o sindicato.

"Não se deve comprar uma unidade por impulso", ressalta o vice-presidente de Habitação Econômica do Sindicato, Flávio Prando. “Antes de tudo, é preciso fazer as contas e ver se as prestações do financiamento cabem no bolso”, enfatiza ele.

Confira as principais dicas fornecidas pela Cartilha da Compra Consciente:

1 - Valor da parcela não pode exceder 30% da renda da família
A cartilha orienta o comprador a não usar mais que 30% da renda da família - considerando no máximo três participantes, por exemplo: marido, esposa e um filho. O guia ainda lembra que outras dívidas, como a do pagamento de automóveis, impactam diretamente na capacidade de pagamento dos membros participantes.


2 - Se tiver restrições de crédito regularize suas pendências
Quem tem restrições de crédito pode sim contratar um financiamento, contanto que regularize todas suas pendências cadastrais e, somente após isso, o comprador deve buscar um banco para negociar as formas de financiar o imóvel.


3 - Analise bem as diferenças entre o imóvel na planta e um pronto
Enquanto o imóvel na planta oferece condições diferenciadas de pagamentos e financiamentos, quitando parcelas durante a evolução da obra, o imóvel pronto, por sua vez, propicia a ocupação imediata, apesar de geralmente ser financiado em um tempo mais curto. Vale a pena analisar bem cada opção e ver o que é melhor para a situação da família, no caso, esperar a obra ser finalizada e aumentar as parcelas ou se mudar logo, levando um financiamento com prazo menor.


4 - Visite estandes de vendas
Outra dica interessante é fazer visitas constantes aos estandes de vendas, comparando vários empreendimentos e consultando as formas de pagamento, sem pressa. “Não se deve comprar uma unidade habitacional por impulso. Antes de tudo, é preciso fazer as contas e ver se as prestações do financiamento cabem no bolso”, orienta o vice-presidente de Habitação Econômica do sindicato, Flávio Prando.


5 - Sim, é possível desistir do imóvel
É viável desde que haja todas as regularizações das pendências cadastrais para então pleitear o respectivo financiamento bancário contratado pelo comprador.


6 - Índices que alteram os preços
No caso do imóvel ser negociado ainda na planta o índice que atualiza seus preços é o INCC (Índice Nacional de Construção Civil), que subiu 0,21% em outubro. Já o IGP-M (Índice Geral de Preços de Mercado), no mesmo mês subiu 0,02% e costuma ser utilizado para atualizações de financiamentos feitos diretamente com os proprietários de imóveis prontos.


7 - Visite regularmente as obras
Uma das fases importantes é quando as obras começam a ser feitas e neste momento é essencial o olhar dos compradores no andamento do empreendimento. É possível sim fazer visitas ao local, dependendo claro, da política interna de cada empresa. O Secovi lembra que as normas buscam preservar a segurança dos visitantes.


8 - Use o FGTS para o pagamento do financiamento
O trabalhador pode usar o FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) para pagar todas as parcelas ou parte delas. No entanto, há algumas regras como não possuir imóvel próprio na mesma cidade em que vive ou trabalha. Outras regras estão disponíveis em www.fgts.gov.br


9 - Seja pontual nos pagamentos
Se não receber o boleto antes do vencimento, entre em contato com a construtora/incorporadora solicitando a 2ª via. Segundo o Secovi, tal atitude evita que o comprador se torne inadimplente e que haja incidência de multa e juros nas parcelas seguintes.


10 - Linha do Tempo
Para que você se programe melhor, outra dica interessante do guia é uma Linha do Tempo elaborada pela órgão, com a seguinte sequência de feitos para a compra de um imóvel:

- Reunião da família, avaliando se é momento para comprar a casa própria;
- Contas, a fim de escolher a melhor forma de financiamento;
- Reunir a documentação necessária, inclusive do FGTS;
- Escolher o imóvel, se for pelo Minha Casa, Minha Vida, ver as regras para cada município;
- Acompanhar o andamento da obra, conforme as regras definidas pela construtora/incorporadora;
- Entrega das chaves: aproveite a nova vida!



A cartilha pode ser consultada na página do sindicato - www.secovi.com.br

Fonte: InfoMoney




terça-feira, 29 de abril de 2014

Confira 7 cuidados para investir em imóveis

O investimento em imóveis é um dos preferidos dos investidores brasileiros há muito tempo. Segundo pesquisa da Franklin Templeton, 26% dos entrevistados mostraram preferência por este tipo de investimento.

No entanto, a AMSPA (Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências) aponta que é muito importante focar em detalhes e pesquisar bem para fazer um bom investimento imobiliário e evitar problemas desnecessários no futuro. A entidade listou sete dicas para quem pretende investir em imóveis.

1 - Coloque todas as despesas no papel
“Reflita o quanto pode investir para adquirir um imóvel. O ideal é que as parcelas não comprometam mais do que 30% da renda familiar. Além disso, é bom ter um dinheiro guardado para se precaver contra uma eventualidade”, explica a associação.


2 - Faça uma pesquisa sobre a construtora
A AMSPA recomenda que seja feita uma pesquisa sobre a idoneidade da construtora, com pedido de seu CNPJ e consulta ao Procon. Também é importante verificar os registros no CREA do engenheiro e do arquiteto responsáveis pelo imóvel.


3 - Formalize a proposta
Outra recomendação é que a proposta seja formalizada, com todos os detalhes que foram prometidos pelo corretor, como preço, prazo, forma de pagamento, reajustes, entre outros.


4 – Guarde tudo
É importante se prevenir contra promessas que não sejam cumpridas ou propagandas enganosas, e para isso é bom guardar de tudo: folders, anúncios, fotos da maquete, do estande e do espaço interno.


5 - Avalie o potencial de rentabilidade
“Avalie o potencial de rentabilidade do negócio na região, ou seja, se a área escolhida apresenta chances de valorização. Para isso é fundamental analisar o bairro, seu zoneamento (se é possível alugar o local para fins comerciais), segurança, acessos, opções de transporte público e disponibilidade de serviços no entorno”, aconselha a AMSPA.


6 – Conheça o espaço
Essa dica é para imóveis usados, é importante conhecer o local, conversar com os vizinhos e verificar se o bem encontra-se ocupado também.


7 – Imóveis mais baratos podem se valorizar mais
“Lembre-se que um imóvel mais barato e simples tem um potencial de valorização muito maior do que imóveis de luxo ou empreendimentos maiores”, finaliza a associação.

Fonte: InfoMoney